Escritório SAINZ arquitetura 2014

2014

Localização:

Brasília, Brasil

Programa Funcional:

Corporativo

Ano:

2014

Área:

33 m²

Eduardo Sainz e Lilian Glayna Sainz

Autores:

Fotografias:

Edgard Cesar

Interior de uma sala de jantar moderna com iluminação de pendente de lâmpadas expostas, mesa de vidro, cadeiras de madeira, um espelho na parede refletindo uma sala de estar com carros e móveis diferentes, uma prateleira com livros e uma cadeira com uma gata deitada, quadro artístico na parede de fundo.

Este projeto nasce como consequência direta do ofício. É o espaço onde os conceitos ganham forma — onde o traço inicial, a conversa com o cliente e a escuta silenciosa definem o gesto do projeto.

Mais do que um escritório: um lugar-laboratório.

Foto: Edgard Cesar

Sala de jantar moderna com mesa de vidro, cadeiras de madeira, iluminação com lâmpadas expostas, quadro na parede, cadeira de bebê de balanço e parede com revestimento tridimensional.

Uma caixa precisa. Cimento, madeira, aço e pedra desenham um interior contido, quase cenográfico. A materialidade é direta, bruta, sem excessos, e por isso mesmo, aberta à abstração.

É aqui que o espaço se retira para permitir a invenção.

Foto: Edgard Cesar

Interior de um ambiente decorado com parede de revestimento em blocos brancos 3D, luminária de pendente com várias lâmpadas de filamento exposto, mesa de vidro com cadeiras de madeira ao redor, e uma televisão na parede ao fundo.

As influências não são apenas arquitetônicas: há música, há cinema, há literatura. Blues e jazz atravessam o ritmo do projeto. Filmes europeus, vinhos e crônicas de época se condensam no ar.

A arquitetura, aqui, responde à cultura, sem tradução literal, sem ruído.

Foto: Edgard Cesar

Cadeira de madeira com estofado preto, com gato de pele de onça dormindo sobre ela, ao lado de uma pilha de livros e uma luminária. No fundo, uma parede de tom bege e uma obra de arte em tons de cinza.

Mais do que uma vitrine, o espaço é íntimo, denso e silencioso. Ele acolhe a dúvida e a pausa. É laboratório e manifesto.

Porque antes de ser projeto, a arquitetura precisa ser escuta.

Foto: Edgard Cesar

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