Apartamento Amália

2018

Localização:

Brasília, Brasil

Programa Funcional:

Residencial

Ano:

2018

Área:

84 m²

Eduardo Sainz e Lilian Glayna Sainz

Autores:

Fotografias:

Edgard Cesar

Sala de estar com parede de concreto, quadro grande com uma cama desenhada, televisão, sofá de couro, cadeira de balanço, mesa com livros e objetos decorativos, iluminação moderna e piso de madeira.

Foto: Edgard Cesar

Não é galeria. Não é bar. Não é gourmet. É casa. Uma casa feita para encontros, entre pessoas, texturas, memórias e rotinas. O espaço segue um programa funcional convencional, mas dedica a maior parte de sua planta a um salão generoso, onde o cotidiano se mistura ao lúdico.

Cozinha moderna com móveis de madeira clara, mesa de jantar com cadeiras, eletrodomésticos de aço inox e prateleira com bebidas alcoólicas no backsplash.

Foto: Edgard Cesar

O projeto não esconde sua informalidade. Ela é intencional, deliberada, uma tradução dos novos modos de viver o luxo, sem rigidez nem ostentação.

Sala de espera moderna com sofá cinza, mesa de madeira com livros e revista, cadeiras de plástico, parede de concreto com quadro dourado de cama, luminária de velas ao lado.

Foto: Edgard Cesar

O concreto aparente conduz a matéria com precisão e naturalidade. Bruto, mas não frio. Presente, mas não impositivo. A iluminação em trilhos percorre o teto como em uma galeria, conectando arte e arquitetura de forma silenciosa. Nas paredes, obras de Marcelo Solá, Luiz Mauro, Sanagê, Christus Nóbrega, Pedro Ivo e outros nomes da cena local.

Cozinha moderna com armários de cor caramelo, bancada de granito branco, pia de inox, utensílios de cozinha, cafeteira, bule, dois aparelhos de cozinha, decoração com fotos, relógio de parede decorativo com bolas e uma obra de arte de rosto humano.

Foto: Edgard Cesar

Poltrona de couro marrom claro na frente de uma janela com cortinas verdes transparentes, ao lado de uma pequena mesa com livros, em um ambiente de sala de estar elegante.

Foto: Edgard Cesar

Cozinhar, ouvir vinil, servir vinho, conversar. A cada uso, o espaço se reconfigura, mantendo-se sempre permeável ao acaso e à pausa.

Quarto de bebê com berço de madeira e cortina de mosquiteiro branca. Sofá laranja com ursinhos de pelúcia. Janela grande com cortinas de tecido claro e rede de proteção.

Foto: Edgard Cesar

O luxo, aqui, não é aquilo que se exibe. É o que permanece: o gesto simples de ler um livro de frente para uma pintura, sem que o tempo incomode.

Galeria

Próximo

Casa Clara